quarta-feira, 30 de maio de 2012

Brain


LEFT BRAIN

I am the left brain
I am a scientist. A mathematician. 
I love the familiar, I categorize. I am accurate. Linear. 
Analytical. Strategic. I am practical.
Always in control. A master of words and lenguage. 
Realistic. I calculate ecuations and play with numbers. 
I am order. I am logic.
I know exactly who I am.

RIGHT BRAIN

I am the right brain. 
I am creativity, a free spirit. I am passion. 
Yearning . Sensuality. I am the sound of the roaring laughter . 
I am taste. The feeling of sand beneath bare feet.
I am movement. Vivid colors,
I am the urge to paint on an empty canvas,
I am boundless imagination. Art. Poetry. I sense. I feel.
I am everything I wanted to be

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Funny

Recorte e cole no Google Tradutor. Ouça.

pv zk bschk pv zk pv bschk zk pv zk bschk pv zk pv bschk zk bschk pv bschk bschk pv kkkkkkkkkk bschk bschk bschk pv zk bschk pv zk pv bschk zk pv zk bschk pv zk pv bschk zk bschk pv bschk bschk pv kkkkkkkkkk bschk bschk bschk pv zk bschk pv zk pv bschk zk pv zk bschk pv zk pv bschk zk bschk pv bschk bschk pv kkkkkkkkkk bschk bschk bschk pv zk bschk pv zk pv bschk zk pv zk bschk pv zk pv bschk zk bschk pv bschk bschk pv kkkkkkkkkk bschk bschk bschk pv zk bschk pv zk pv bschk zk pv zk bschk pv zk pv bschk zk bschk pv bschk bschk pv kkkkkkkkkk bschk bschk bschk

JJ


Desafetos

Ser humano é muito complicado. Quisera ser um animal com menos complexidade: são livres porque negam o sol visível e são plenos porque esvaziaram-se do vácuo do mundo.

terça-feira, 22 de maio de 2012

A moça

Mil poemas e mil noites guardou a moça no corpo-violão, marfim e madrepérolas, para que ninguém tocasse.

(Janaína Leite)

segunda-feira, 21 de maio de 2012

quinta-feira, 17 de maio de 2012

:-(

People build too many walls and not enough bridges.


segunda-feira, 7 de maio de 2012

Gosto

O que obviamente não presta sempre me interessou muito. Gosto de um modo carinhoso do inacabado, do malfeito, daquilo que desajeitadamente tenta um pequeno voo e cai sem graça no chão.



quarta-feira, 2 de maio de 2012

Não me corrija. A pontuação é a respiração da frase, e minha frase respira assim.


dilacero meu umbigo e arrasto meu inimigo pelos quartos ensolarados e incendeio minha língua no carvão dos textos e bagunço as gavetas da pele rabiscando um livro e tenho um sonho lindo que não cabe na mão fechada e aparo os dedos que crescem como grama e deixo a lua pela última sombra que não assusta meu nome e eu enterro dentes nos bolsos de minha saia e abro a memória como a carne de tuas idéias e as frutas vermelhas sob o sol e jogo as flores sobre as estrelas caídas da anunciação e festejo o sorriso que rasga a paisagem e adubo a imagem da praia vagando pela cidade e corro em cima das pedras do aquário de ontem e bebo as imagens sonolentas da televisão e perco a fala no circo de tua morte e desfaço o terreno do desejo ordinário e imito o cristo que some e consumo as vésperas do abraço contra o fogo e afago as noites cerradas ao meio e amo as posições sublunares e devoro as lamentações do futuro e fraturo a cabeça das teorias e rasgo a página de letras mortas e morro nas virtudes da morna terra e erro nas ruas inventadas e recrio o rio violento das minhas pálpebras e inundo a sala de sons graves e gravo as narrativas sob as árvores da utopia e meto o cotovelo na origem do mundo e mudo as almas de lugar e ligo as máquinas do teu nascimento e aqueço as navalhas do esquecimento e fujo do castelo das neblinas e nado para os dias distantes da infância e faço as letras da música surda e nego às entranhas o calor da cama e ofereço ao tempo os espíritos da faca e sujo os lábios no sal das brigas e brando a temperatura da fonte e fumo a alegria das manhãs anunciadas pelo silêncio.