quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Nariz roxo


Já com as pontas dos dedos gastas nos treinos de jiu-jítsu, ainda amargo um nariz roxo – aquele por qual tanto zelei.  Não vejo muita explicação em gostar tanto deste esporte, mas o fato é que amo. A gente esmerilha as articulações até quase se reduzirem a pó. Ao longo dos anos, a dor é geral e pior que isso é que nos acostumamos a ela. A exaustão dura até o dia seguinte. E aí começa tudo de novo, em um círculo vicioso. E a gente gosta. Vá entender.

O ser humano sente prazer em superar seus limites. Como se houvesse um ser, uma entidade,  sei lá, um sugestionador olho que estivesse ali para nos hipnotizar. Ter na rotina uma arte marcial é desafio contra os outros e contra você mesmo. Dói e a gente sente na pele. Não é como xadrez, jogo nobre (que adoro) cujo vencedor tem o ego afagado e o perdedor a alta estima prejudicada . O jogo aqui, companheiros, é mais dolorido. Refiro-me a brincar com a integridade física. Luta é para poucos que sabem brincar.

Meu pescoço já não vira completamente para o lado direito há alguns anos, meu osso ilíaco já saiu do lugar e me presenteou com dores lombares horrendas. Quando olho minhas mãos vejo mais um ônus do esporte. O que aconteceram com elas?  Minha clavícula do lado direito nunca mais voltou ao lugar há uns 5 anos em um acidente de treino e faz barulho quando levanto e desço o braço. Meu ombro direito também nunca mais foi o mesmo desde então, quando romperam-se ligamentos e ele foi deslocado para trás, e, o osso de cima, o acrômio, luxado: quando durmo de lado, ele dá uma pequena rebolada, quase sutil, mas barulhenta, o suficiente para me acordar. Tenho areia nos ombros, nos joelhos, nos dedos das mãos e no maxilar (fora os desvios de ATM, de tantos estrangulamentos na boca).

Acho que me esqueci por mais de uma década como a mulher é frágil.

domingo, 25 de novembro de 2012

L'amour


L'amour
L'amour, hum hum, pas pour moi,
Tous ces "toujours",
C'est pas net, ça joue des tours,
Ca s'approche sans se montrer,
Comme un traître de velours,
Ca me blesse, ou me lasse, selon les jours

L'amour, hum hum, ça ne vaut rien,
Ça m'inquiète de tout,
Et ça se déguise en doux,
Quand ça gronde, quand ça me mord,
Alors oui, c'est pire que tout,
Car j'en veux, hum hum, plus encore,

Pourquoi faire ce tas de plaisirs, de frissons, de caresses, de pauvres promesses ?
A quoi bon se laisser reprendre
Le coeur en chamade,
Ne rien y comprendre,
C'est une embuscade,

L'amour ça ne va pas,
C'est pas du Yves Saint Laurent,
Ca ne tombe pas parfaitement,
Si je ne trouve pas mon style ce n'est pas faute d'essayer,
Et l'amour j'laisse tomber !

A quoi bon ce tas de plaisirs, de frissons, de caresses, de pauvres promesses ?
Pourquoi faire se laisser reprendre,
Le coeur en chamade,
Ne rien y comprendre,
C'est une embuscade,

L'amour, hum hum, j'en veux pas
J'préfère de temps en temps
Je préfère le goût du vent
Le goût étrange et doux de la peau de mes amants,
Mais l'amour, hum hum, pas vraiment !

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Anjo


* Enviada por uma amigo querido, WFP

terça-feira, 20 de novembro de 2012

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Coceirinha

E a vontade de publicar certo material aqui que recebi de uma desconhecida. Ai que coceirinha, rsrsrsr.