sexta-feira, 7 de outubro de 2011

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Primavera


Aprendi com a primavera; a deixar-me cortar e voltar sempre inteira.

Cecília Meireles

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Purple Dream



Só eu sei o quanto caminhei para chegar até aqui.

terça-feira, 13 de setembro de 2011


O tesouro mais bem guardado é aquele que está num lugar onde todos veem. (Le Yi-King)

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

terça-feira, 9 de agosto de 2011

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Hoje acordei assim


Muitas mulheres acham que ficar bonita é fazer diariamente escova no cabelo e semanalmente as unhas. Você pode conferir que até as mais gordinhas cumprem com esta tarefa de forma exímia. Ricas ou pobres, elas dão um jeito de manter impecáveis a cabeleira e as mãos. Mas muitas sequer tentam fazer uma dieta ou levar uma vida saudável.

Para mim isto não é o mais importante. Não adianta apenas exaltar o belo que se pode comprar e ignorar o que precisa ser melhorado com esforço e dedicação. Aí é que está. Esta preguiçosa sensação de “missão cumprida” dá forças para aceitarem o que acham que não pode ser mudado – mas pode.

Cuidar-se vai além de frequentar um salão de beleza. É zelar pela sua primeira casa: seu corpo. É dia após dia dar alento para que ele continue abrigando sua mente e espírito da melhor forma possível. É comer direito, treinar direito, praticar um esporte com vontade. E não esquecer do resto: ler bons livros, fazer cursos, estudar!

A vaidade é algo perigoso e não digo aqui que sou contra ela. Porém, a vaidade de graça não tem graça. O que a vaidade é para a beleza deveríamos utilizá-la em vários âmbitos de nossa vida, sem a essência do “ser para aparecer”: deveríamos sim ser “vaidosos” para nos tornamos uma pessoa melhor, sermos “vaidosos” para nos tornarmos uma profissional melhor, uma esposa/ namorada melhor, enfim, um ser humano melhor.

A sociedade é ingrata com as mulheres e as trata como objetos. Esforçar-se para ser bonita por nada ou apenas para ser aceita no mundo não tem méritos. Somos bem mais que isso. E se não somos, podemos ser. Enquanto aceitarmos esse jogo, nada mudará. Parece instigante passarmos por lindos objetos, mas não podemos deixar sucumbir nossa capacidade de pensar, agir e de transformar o mundo. Tanto quanto os homens.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Rogue Apparel






A Exposição da Rogue Apparel no Soul Tattoo Art e Café continua até dia 13 de Agosto, depois de passar pelo Café Suplicy. Reúne algumas fotos que viraram estampas da primeira coleção oficial da marca, assinadas pelo artista plástico Didu Losso.

Exposição Rogue Apparel
Sou Tattoo Art e Café
R. Oscar Freire 2.203, Pinheiros
www.soultattoo.com.br

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Av. Paulista



Demais esse poema! De W.F.Padovani.
visite: http://wfpadovani.blogspot.com/

Como se no véu
do nem tão antigo mas já remoto escuro
em que a imagem captada
permanecia reclusa
para que
por processo semelhante mesmo súbito
a retina a revelasse,
a Av. Paulista,
escassa luz da noite a escassa luz da noite,
tinha em gestação a imagem
que de si no século guardara.
E foi num recentíssimo instante
que,
da penumbra da própria câmera
com a qual invisível ao longo se fotografou,
a nova noturna Paulista,
à original luz,
e em inédito panorama,
ergueu-se pelos olhos
de quem
ainda que ao longe
carregava no imaginário
sua silhueta de sempre reta serpente
- e míope porque,
se não a enxergávamos
em detalhes
na antiguidade das quase ainda atuais noites,
ela,
com sua oculta câmera,
não refletia
o que agora
de nós,
à pupila restituída,
propaga.
No preâmbulo da madrugada,
e até que o extremo crepúsculo surja,
a Paulista,
já diáfana,
se eleva por cristais e espelhos.
Eleva-se pois,
mais leve,
parece que de um possível pouso em translúcida água,
que se é réptil é, pela estirpe, ave,
a avenida segue em igual possível suspenso rumo.
O impacto
aos olhos
de quem nela chega
depois do ocluso sol
se dá imediato:
o oásis de luz alastra-se como fina areia branca que refulge.
Todo o conjunto que integra as luminárias
- iodetos metálicos
em vez do vapor de sódio
nas lâmpadas,
e watts mais rentes
direcionados
para
o curso a motor entre as margens
e também às pedestres laterais -
restaura a larga via
sobreposta à cúpula do eixo do expandido Centro,
trazendo para a exposta superfície
suas cenas mais profundas,
e que antes esmaeciam.
O Masp,
a maior pequena joia,
incrustada de pedras preciosas
à metalurgia de Cézanne, Renoir, Monet e Manet,
e Toulouse,
e Van Gogh, Modigliani e Gauguin,
Degas,
El Greco, Goya, Velázquez,
Rembrandt, Rafael, Bellini e Ticiano,
e Portinari, Almeida, Anita, Carvalho,
e Brecheret,
e Picasso, Delacroix e Botticelli,
e de todos os outros fulgores,
a piramidal Fiesp,
o nó com a Brigadeiro,
o Santa Catarina,
com uma de suas mais belas reentrâncias,
que une o moderno e o que seria ruína do tempo à capela,
e com muros a lançar letras sobre o corpo, e a filosofia do corpo,
o Trianon, resumo de uma Mata Atlântica à la Villon,
a rosácea casa no lápis de Ramos de Azevedo,
a conexão com a Augusta,
e, ali, o Conjunto Nacional
ao reinado da alexandrina Livraria Cultura,
a, na frente, força em monobloco do Safra,
os outros bancos,
as lojas,
e as galerias,
inclusive
as de tempo em tempo
interditadas,
e por isso com entraves de concreto à porta,
os teatros,
e o buraco que em greco-romana arena
mostra a passagem com grafites para a Rebouças e Dr. Arnaldo,
as estações do metrô que como retrobocas alimentam o espaço,
e,
no meio de todas as brumas das memórias,
os resquícios ainda sólidos dos casarões da época do café,
e então a lenda dos barões do café como, da Paulista, precursores,
título, em linhas mais exatas, de outros barões,
os da indústria,
e do comércio,
como os Matarazzo, Assad, Rizkhalla e Weizflog,
e Von Bullow, Thiollier e Klabin,
e Siciliano, Scarpa, Schaumann e Crespi,
e, dos liberais, Moraes Barros, Sabino, Numa, Dias de Castro, Anhaia e Ferreira,
e, ainda, da única de nobreza imperial,
a Baronesa de Arary,
viúva pós-Campos Elíseos e Higienópolis
que tem seu nome no Treme-Treme,
e, por essas e outras referências, as aulas do Lefèvre,
mas,
já de volta ao cotidiano cimento,
a São Silvestre, que bem antes da meia-noite estica o final de ano,
o Réveillon de fogos e sons no ar,
a comemoração das torcidas,
as greves,
e passeatas,
e paradas,
e casuais encontros,
a feirinha de nostalgias,
com o bracelete de prata na silenciosa caixa,
e a de contemporâneos badulaques,
até com pastéis e acarajés,
os consulados,
os fotógrafos
cujo flash deságua na nova luz,
a igreja S. Luís,
as farmácias,
as eifféis antenas,
os prédios de uma improvável Nova York
- o Kissajikian que,
como outras cortinas de vidro,
faz da Paulista a reminiscência de um diurno retrato,
o Três Marias de geométrico rosa-e-azul,
o Nações Unidas de industrializadas residências,
o de autêntico sotaque Pauliceia,
o portentoso Churchill,
o pós-Mondrian Citi,
o charme do Savoy,
as relíquias do Saint Honoré,
o por muito no inventário Dumont Adams,
o robusto Copersucar,
os dropes da Anhembi Morumbi,
os arcos, sinos e quase secreta praça do neo-Brazilian,
o Grande Avenida,
a piscina como inusitado colar do Homs,
o Central Park,
a elipse do HSBC, que tenta encurvar a avenida,
o Mofarrej,
as gêmeas torres de Flores e Lopes,
o Banco do Brasil e o Central,
e o Chipre-e-Gibraltar -,
as estátuas de uma improvável Florença
- do Índio Pescador ao Arco-íris,
a Cariátide,
e Quatro Ventos de Bruno Giorgi,
o monumento ao libertário venezuelano Francisco Miranda,
Juvenal e o Dragão Madona da Lua,
o sem-título de Amílcar de Castro,
Disco del sole,
os subterrâneos verão, inverno, primavera e outono ladrilhados de Tomie Ohtake,
o Pássaro Rocca,
o Anhanguera em carrara,
o Caixeiro -,
os marronzinhos e seus talões,
os policiais,
os radares,
helicópteros,
ambulâncias e sirenes,
o laser que risca o céu,
os semáforos,
placas de rua,
faixas de pedestre como passarelas,
o canteiro central,
o resistente verde do mato em tupi da estrada da Real Grandeza,
os mendigos,
bares, lanchonetes, cafés,
os restaurantes,
os 44 abstratos azulejos na esquina com a Teixeira da Silva,
as horas e a temperatura digitais,
estacionamentos,
as construções,
a mansão dos Matarazzo sob o pó,
e o shopping que virá,
os corretores imobiliários,
o quase vago casario de Franco de Mello,
só aberto nos fins de semana para a feira de cães e gatos,
as paisagens da cidade nos vãos entre os edifícios,
os clubes,
academias,
os namorados,
casais,
solitários,
as crianças,
os, mesmo que não sejam, fictícios pardais,
e corujas,
o drama dos incêndios,
as, que existem, praças,
os pontos de táxi ali à beira,
o hotel,
casas de câmbio,
a high tech Fnac,
a tradição das páginas da Martins Fontes,
os gosta-de-teatro? e gosta-de-poesia?,
os hare krishna,
os entregadores de panfleto,
e de automáticos abraços,
os orelhões e a invasão dos celulares,
os pontos de wi-fi,
as filas de ingresso grátis,
os vendedores de guarda-chuva,
os ônibus de redivivos bondes,
os 200 mil moradores,
os 1 milhão e meio de transeuntes por dia,
e as surpresas que ali cada um tem,
as árvores e os neons do Natal,
a 2001 de artísticas películas,
o Reserva Cultural à descida do rés-do-chão,
as escadarias da Cásper,
e do prédio a sirene ao meio-dia,
que em Paris alertava a população sobre os nazistas ataques,
o Objetivo,
os ciclistas como vagalumes em traços pelo obscuro,
a etílica Prainha da Joaquim Eugênio,
pioneiro uruguaio da avenida,
os cinemas,
e o adeus ao Gemini,
o Itaú Cultural,
Sesc e Sesi,
as escolas,
faculdades,
as gravatas,
os saltos altos
- sobretudo
os da mulher
que se perde
na névoa
após a chuva -,
o ligeiro yakissoba,
a mancha de sangue
das vítimas de criminosa intolerância,
os pequenos engraxates,
o aroma de milho ao sal,
e do açúcar na pamonha,
os hippies,
o Cervantes e o Pasteur,
o Tribunal e o Fórum,
as araras, índios, frutas, flores e Santas Ceias
dos aleatórios pintores,
a Consolação que parece mas não é o ponto final,
e o sebo que se instalou no porão,
os casacos e cachecóis,
e tatuagens,
o saxofonista,
os guitarristas,
os violinistas,
as flautas bolivianas,
a cítara,
as estátuas vivas,
que se humanizam ao som das moedas,
a às vezes sexy vitrine da Any,
o diário homem e seu cachorro,
a dominical mulher e seu charuto,
os anônimos de célebre anonimato,
os atletas urbanos,
os pontos de ônibus cheios,
a funcional calçada,
e os limpadores de rua,
os cegos e suas trilhas,
os skatistas,
os patins,
os luminosos objetos quase não identificáveis
atirados como pipa ao alto pelos camelôs sem bancada,
e os camelôs com tudo de tudo na banca,
as velhinhas com malha de botão de madeira,
a linda filha com brinco de pérola ao lado do pai,
as lan houses,
os imigrantes,
os paulistas paulistanos,
os de 400,
os turistas,
os executivos,
as secretárias,
os gerentes,
os caixas,
os boys,
Pamplona, Peixoto Gomide, Campinas,
Haddock Lobo, Bela Cintra, Itapeva,
Maria Figueiredo, Carlos Sampaio, Leôncio de Carvalho
e todas as suas artérias,
e as paralelas Santos e São Carlos do Pinhal,
o Bristol, o Top Center, o Center 3,
as bancas de jornal,
e os isqueiros pendurados nelas para esquecidos avulsos fumantes,
e os cartões-postais à venda nelas:
Pacaembu, Anhangabaú, Ibirapuera,
Centro Velho,
Martinelli
e, metáfora da metáfora, a Paulista dentro da Paulista
- toda a avenida
enfim
desfila
à nova luz.
A noturna Paulista
por sua própria iluminação restaurada
não se esvai
aos primeiros solares raios:
ainda úmida,
desprende gotas
que se dissolvem
quase até o último líquido
durante o dia,
o que concede um pouco da aquosa lua da avenida
à pressa que há na tarde.
E o último líquido de cada gota
retém, por reflexos, como prisma,
a extensa velocidade após a aurora e o seco oceano de Eos,
que, no contrafluxo, se projeta
pelas remanescentes gotas em ciclo absorvidas
à correnteza da elétrica luz que antitreva se restitui
- deixando a Paulista,
e todos seus personagens, edifícios e histórias,
outra vez acesa a flutuar
em efêmeras tintas
que a cada segundo se renovam na amplidão do quadro.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Assento high tech


Este vaso sanitário não é qualquer um. Apesar de seu design não parecer diferenciá-lo tanto dos comuns, o Top Toilet ZN 002 custa R$ 9.990 e, de acordo com a fabricante Heaven Spas, tem quatro intensidades para o jato de água, jato com opções para uso de homens e mulheres (que pode ser deslocado), assento com três temperaturas, sistema automático de desodorização e descarga automática.
O vaso sanitário também tem secador higiênico (oi?) com três velocidades, que dispensa o uso do papel higiênico.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

"Eu acredito que tudo acontece por um motivo.
As pessoas mudam para que você consiga deixá-las para lá.
As coisas dão mal para você aprender a aprecia-las quando estão boas.
E às vezes, coisas boas se separam para que coisas melhores ainda se juntem"

Marilyn Monroe

sexta-feira, 1 de julho de 2011

SURPRESA NA REVISTA VIP!



Pessoal, acabei de saber: fui pré-selecionada para o concurso das 100+ da Revista VIP. É o terceiro ano consecutivo que participo (ainda que sem saber, involuntariamente, rs).

Para votar basta enviar de seu celular Claro, Oi, Vivo, TIM ou Nextel: o código
V FABIANAM para o número 80530

Obrigada!




http://m.abril.com.br/tc/especial/vip100/

terça-feira, 28 de junho de 2011

segunda-feira, 27 de junho de 2011



















Não se esqueça: a rotina embrutece o espírito.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Presente ambíguo














Há pouco refleti de verdade. Eu, que tenho percorrido os caminhos mais sinuosos, admito que passo reto pelo acaso no qual sempre tropeço, ainda que a vida às vezes estenda-me gentilmente a mão com gestos audazes e laboriosos.

Até que ponto julga-se sacrificar a dignidade em favor do bem estar da alma?

O fato é que Deus enviou-me certo presente ambíguo.

E, em luta, meu ser se parte em dois: um que foge e outro que está louco para ficar.



Alice: Quanto tempo dura o que é eterno?
Coelho: Às vezes apenas um segundo.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

quinta-feira, 9 de junho de 2011

segunda-feira, 30 de maio de 2011

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Mônica e Cebolinha crescem e começam a namorar


Quem passou nessa quinta-feira (26) à tarde pela Av. Paulista, em São Paulo, viu Mônica e Cebola agarradinhos em um conversível vermelho. Trata-se da ação de marketing para divulgar a nova edição nacional de Maurício de Sousa batizada de "Quer namorar comigo?". Os dois personagens, guardados na memória de várias gerações de brasileiros, estão agora na adolescência e vivem o primeiro amor.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

terça-feira, 3 de maio de 2011

Esperemos















Há outros dias que não têm chegado ainda,
que estão fazendo-se
como o pão ou as cadeiras ou o produto
das farmácias ou das oficinas
- há fábricas de dias que virão -
existem artesãos da alma
que levantam e pesam e preparam
certos dias amargos ou preciosos
que de repente chegam à porta
para premiar-nos
com uma laranja
ou assassinar-nos de imediato.

Pablo Neruda (Últimos Poemas)

quinta-feira, 28 de abril de 2011





















A coragem é a melhor das qualidades humanas, porque é a que garante as outras.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Os Melhores

O vídeo não é novo, mas faz parar para pensar.
Faça mais aquilo que você faz melhor, não importa o quê. Não dê ouvidos aos que lhe criticam e te põem para baixo. Dedique-se ao que lhe satisfaz. Só você estará com você por toda a eternidade!
Esta foi a minha lição do dia.
Boa tarde para vocês!
video

segunda-feira, 11 de abril de 2011

quinta-feira, 31 de março de 2011

Nino

Repare na movimentação do Nino, é incrível. E para quem acha que gogoplata não é uma ótima alternativa à chave omoplata está enganado.

segunda-feira, 28 de março de 2011

quinta-feira, 17 de março de 2011

Horários de pico do twitter
















Quem trabalha com mídias sociais vai gostar de saber qual o melhor horário para atingir o seu público. Existem diversas ferramentas para monitorar estas interações que ajudam a descobrir o horário nobre para sua empresa.

Entrou no ar no blog da Scup um estudo feito pela empresa mostrando quais seriam os horários de pico dentro do Twitter no Brasil, de uma forma geral.

Confira:

segunda-feira, 14 de março de 2011

quarta-feira, 2 de março de 2011

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

O Homem e a Mulher



















O Homem e A Mulher

O homem é a mais elevada das criaturas;
A mulher é o mais sublime dos ideais.
O homem é o cérebro;
A mulher é o coração.
O cérebro fabrica a luz;
O coração, o AMOR.
A luz fecunda, o amor ressuscita.
O homem é forte pela razão;
A mulher é invencível pelas lágrimas.
A razão convence, as lágrimas comovem.
O homem é capaz de todos os heroísmos;
A mulher, de todos os martírios.
O heroísmo enobrece, o martírio sublima.
O homem é um código;
A mulher é um evangelho.
O código corrige; o evangelho aperfeiçoa.
O homem é um templo; a mulher é o sacrário.
Ante o templo nos descobrimos;
Ante o sacrário nos ajoelhamos.
O homem pensa; a mulher sonha.
Pensar é ter , no crânio, uma larva;
Sonhar é ter , na fronte, uma auréola.
O homem é um oceano; a mulher é um lago.
O oceano tem a pérola que adorna;
O lago, a poesia que deslumbra.
O homem é a águia que voa;
A mulher é o rouxinol que canta.
Voar é dominar o espaço;
Cantar é conquistar a alma.
Enfim, o homem está colocado onde termina a terra;
A mulher, onde começa o céu.

Victor Hugo

Entrevista com Solange Frazão



Por Fabiana Mello

Aos 48 anos, Solange Frazão é símbolo da combinação saúde e malhação. Não é para qualquer uma, definitivamente. Vemos belas mulheres emergentes com seus vinte e poucos anos pipocarem na mídia por seus corpos construídos da noite para o dia e depois sucumbirem para dar lugar àquela que será a bola da vez. Com Solange é diferente.

A musa sarada atravessa as décadas com uma beleza sincera e um corpo irreparável, sempre com muita leveza e simpatia. Além de fazer os homens suspirarem, inspira mulheres de todo o País, que perceberam que dá para “chegar lá” mudando alguns hábitos e treinando com afinco e dedicação e ao mesmo tempo levar uma vida normal e não de princesa desocupada. A ex-personal trainer, apresentadora de TV, empresária e mãe fala nesta entrevista pingue-pongue sobre sua experiência no mundo fitness, sobre sua adolescência, gestação, dieta e treinos.


P- Solange, onde você nasceu? O que fazia em sua adolescência?

R- Sou paulistana da gema, com muita honra. Amo São Paulo.
Sempre fui apaixonada por esportes desde pequena e era uma adolescente que andava na rua com os meninos, mas vaidosa. Sempre estava de batom, rsrs.
Morava em um bairro tranqüilo, onde eu podia andar de bike o dia inteiro. Sempre fiz muitos esportes no clube bem próximo à minha casa e tinha o privilégio de ir à escola de bike.

Cresci rodeada de bons hábitos e ótimas companhias. Isso é muito importante para o futuro das crianças: as amizades e o local onde são criadas, afinal o conjunto oferece boas ou más atitudes.
Era uma moleca… Jogava futebol com os meninos e não saía das quadras. E nunca deixei minha feminilidade de lado. Cresci com uma visão de saúde muito presente no meu dia-a -dia.


P- Como foi parar no mundo fitness?

R- Não me vejo em outro lugar senão neste mesmo onde estou e sempre estive.
Depois do esporte me interessei pela dança. Fiz jazz e balé clássico e moderno. Na época não existiam academias, mas comecei a misturar as atividades. Percebi que meu corpo, que sempre foi bonito porque todos me elogiavam, foi ficando definido e forte e foi então que descobri que o esporte e a dança eram a minha paixão.
Comecei a participar e ganhar concursos para miss, o que me deu fama de personalidade do corpo bonito.

Fiquei conhecida por jornais e revistas na década de 80 como a “Miss São Paulo do Corpo Perfeito”. Eu sabia que o título era resultado dos esportes que praticava e a dança. Depois disso fui me interessando por tudo o que era novidade nessa área: exercícios, modalidades, tecnologias misturadas e outros estudos.
No fim da década de 80 começaram a surgir as academias, os exercícios de musculação e as ginásticas aeróbicas. Foi assim que tudo começou. Amor à primeira vista e para sempre.


P- Como era seu corpo antes de treinar? Como era sua dieta?

R- Desde jovem sempre tive um corpo normal de quem praticava esportes. Sem querer, eu mantinha um corpo saudável por conta das atividades que fazia não pelo corpo, mas pela alma e paixão ao que eu fazia. O corpo sempre foi consequência.
Minha alimentação sempre foi ótima porque minha mãe era muito entendida e cuidava muito desta parte. E olha que naquele tempo tínhamos poucas novidades em nutrição como vemos hoje. Aprendi a comer verduras, legumes e muitas frutas com a minha mãe. Valeu.


P- As mulheres nas décadas passadas enfrentavam preconceito na musculação. Hoje, a sociedade prefere as mulheres saudáveis e saradas. Como você notou isto e como enfrentou a ocasião?

R- Nunca percebi a diferença porque na minha época as mulheres não eram tão musculosas. Eram, no máximo, mais definidas por conta do esporte. Hoje é mais comum ter o corpo mais sarado porque temos mais oportunidades e informações.
Acho que o corpo bonito é aquele natural e definido sem deixar de ser feminino. Algumas mulheres estão exagerando e não acho saudável um corpo muito forte quando existem artifícios para tal. Em minha opinião, o corpo mais bonito é o saudável, que requer exercícios moderados e alimentação equilibrada, além de boas noites de sono. O resto a natureza faz. Não precisa ser a Mulher Maravilha para chegar lá.


LEIA A ENTREVISTA NA ÍNTEGRA E VEJA MAIS FOTOS EM:

http://corpoemfoco.com.br/2011/02/solange-frazao-um-exemplo-de-boa-forma-que-nos-inspira/

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Ken faz 50 anos e cria Twitter e Facebook para voltar com Barbie




















Ken, o boneco masculino par de Barbie, terá uma conta no Twitter e outra no Facebook para reconquistar sua ex-namorada, ao completar 50 anos este ano. Barbie e Ken separaram-se oficialmente em 2004, para aproveitar a vida de solteiros.

Na foto, versão real e similar à dos bonecos.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Iemanjá veste Chanel


Em homenagem ao Dia de Iemanjá (2/fev), a entidade veste Chanel em obra decorativa do lounge Glamurama/Brandsclub no SPFW 2011.

SPFW


Lounge do Glamourama/ Brandsclub no São Paulo Fashion Week janeiro 2011.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

MAC Brasil

























Mulherada,
Chegou MAC Brasil:

http://www.maccosmetics.com.br/

Valeu muito, muito a pena!

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Feliz 2011!

























Voltei, amigos.
Feliz 2011!