quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Nana, nenê!


Little Toys. Funny.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

sábado, 26 de setembro de 2009

Believe it!

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Águia caça e carrega cordeiro. Incrível.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Prosas bárbaras

"Andamos todos sofrendo. Passamos lentos, desconsolados e iluminados pelo sol negro da melancolia. Nem largos rios, nem bênçãos fecundas. A esperança fugiu para além das estrelas, das nuvens e dos caminhos lácteos. Nos corações nascem amores sombrios e loucos. E tudo porque, um dia, nasceu uma criança estranha que foi alimentada com um leite mórbido como a lua e envolta numa túnica lívida como a morte".

Eça de Queirós

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Thank you!


Gente, obrigada pelas visitas!

terça-feira, 15 de setembro de 2009

domingo, 13 de setembro de 2009

Preguiça


Estou com preguiça dos homens.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Solilóquio das duas da manhã

O tempo está passando. Nunca achei que isto fosse acontecer comigo. Já sou uma mulherzinha. Só que ainda não me dei conta disso.

Olho para minhas mãos quando penso na vida. E ainda não noto alguma diferença.

Mas quando as analiso penso no que elas fizeram. É uma espécie de balanço.

E o que tiveram feito minhas mãos? Digitado matérias loucamente, transcrito entrevistas, feito contas, preenchido cheques, amarrado cadarços, feito carinho em quem merecia e em quem não. Puxado descargas de banheiro e mangas de kimono. Tenho algum talento. Vejo meus dedos longos e ocorre-me que poderia ter sido uma pianista. Desperdicei minhas mãos e minha mente?

Quando os outros mostram quem sou me surpreendo. Odeio ou envaideço. De um modo ou de outro, sempre mostro minha estupidez. Na verdade, sou igual a todos, medíocre e inteligente. Pouco estão ligando se a gente morre, voa ou dá um peido. E no fundo, às vezes prefiro ser levada a sério como o que não sou, ignorada humanamente, com decência e naturalidade.

E já que agora é tempo das coisas vãs, mostremos o corpo em detrimento das idéias, porque estende gentilmente a mão, a mesma que é inimiga do pensamento autônomo.

Estejamos derrotados por esta enfermidade. Discorramos, então, sobre as coisas efêmeras com a opulência da vaidade. Deixemo-nos levar pelo fascínio irresistível de andar com a massa, gostar do que ela gosta. Comamos até nos empanturrarmos, compremos até nos endividarmos, vomitemos verborragia. Passemos como figurantes que não falam, felizes da caprichosa solenidade do trajeto. Tornemo-nos impessoais, ocos de nós mesmos. Sejamos mais um. Em comédia, farsa ou tragédia, não importa. O que vale é ser aceito e reconhecido. E deixemos a vida passar naturalmente, como o vento e o dia, sem dar à luz a nada de nós mesmos, ao longo do tempo que nos apodrecerá.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Morreu? Vá de Harley Davidson!

O jeito mais style de chegar em seu funeral.

Quem tem raiva do **? - Dicas de higiene

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Bobagem, gente. Só para descontrair.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Palavras ociosas


Não é preciso sacrificar a dignidade de meus pensamentos: paira impalpável em um acordo mudo com tudo.

A essência das coisas

Para alguns, a dúvida é a incapacidade de determinar se algo é verdadeiro ou falso ou decidir pró ou contra alguma coisa. Para outros, é a suspensão definitiva do juízo, que nada afirma e nada nega (ceticismo). Mas é também o método de conhecimento que tem por objetivo descobrir a verdade (Descartes). Como sou grata por compreender a essência das coisas! O resto é metafísica dos infelizes.